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Só vivencia-se luto depois da morte de alguém?

  • Foto do escritor: Mariana Zanatta
    Mariana Zanatta
  • 19 de nov. de 2023
  • 1 min de leitura

O filho idealizado, quando este recebe algum diagnóstico como autismo;

O término de algum relacionamento, seja ele um casamento, namoro ou amizade;

A aposentadoria, o fim de um trabalho ou até mesmo de um curso;

Um ente querido que está desaparecido…


Que sentimentos, pensamentos e processos tu relaciona com as experiências citadas?

Lembrou de incluir o luto?


Pois é, todas elas são experiências de luto.

E estes lutos podem comumente não serem reconhecidos pelo indivíduo que o vivencia e/ou pela sociedade.

Não reconhecidos pela ambiguidade;

Não reconhecidos por uma evitação de alguma emoção desconfortável que ele provoque.


A verdade é que o luto é uma reação de adaptação a uma nova realidade após o rompimento de um vínculo.

O amor e investimento existem nas mais diversas relações, portanto haverá um processo de luto tanto por perdas simbólicas quanto por perdas concretas.


Não existe, ou não deveria, existir regras sobre por quem, quando e como se enlutar.

Todos os lutos precisam de reconhecimento, validação, suporte e acolhimento para que essa adaptação ocorra da melhor forma possível!



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